Estava planejando comemorar meu aniversário em grande estilo desde novembro do ano passado, aquela correria louca pra conseguir tudo que queria oferecer aos meus convidados, mas no fim, tudo estava certo. Fui aproveitar pra descansar um pouco com a família semanas antes da festa e nessa viagem, meu primo faleceu. Ok, sem clima pra festa, correria pra avisar os fornecedores que nada mais iria acontecer. Até que o <3 Silas <3 me deu um puxão de orelha, falou que a vida não para que eu iria fazer sim a festa. Beleza, show de bola, o que fiz em cinco meses, faria em alguns dias. Foi loucura? Foi. Deu tudo certo? DEEEEEEEEEEEEEEU!!!!!!!

Não posso deixar de agradecer todas as pessoas que fizeram parte disso, então vou contar um pouquinho de como estava a mesa de doces, que parou a festa, e até hoje tem gente que entra em contato comigo pra saber: DE ONDE ERAM ESSES DOCES GABRIEL???????????? E aqui estou meus caros, pra contar pra vocês de onde são essas explosões de calorias:

 

O bolo mais cobiçado de toda essa Curitiba foi feito pela Marina Moreno, e pra quem tem curiosidade de saber do que era: Red Velvet com trufa de limão. Estava divino!

Os Cookies mais gostosos que já comi foram feitos pela Cookietiba, tinham três sabores, que se não me engano era caramelo, limão siciliano e chocolate!

Os doces mais fofos do universo foram feitos pela Sweet Cake e sério, esse de chifre de unicórnio era o mais gostoso! Tinha brigadeiro, cajuzinho e trufa de castanhas.

AGORA PARA O BRASIL: A  Lele Petit me matou de amores quando me mandou os alfajores mais gostosos que já comi na vida. Vocês não tem noção. É uma descarga de emoções a cada mordida.

As fotos e filmagens foram feitas pela Jennyfer e pela Coldspring Audiovisual!

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E aí galera, tudo bom?

Ando meio sumido por aqui, né? Final de semestre, vocês sabem como é. A gente não aguenta mais olhar pro nosso amigo, nem pro professor, e quem dirá pra tia do xerox que tira nosso sagrado dinheirinho universitário. E pra esses momentos que a gente escuta, na hora daquela aula chata, a palavra da salvação: “Partiu Havana?”

Ahhhh seu filho da PUC!!547359137009897891

O mais famoso bar da Imaculada Conceição está há mais de 10 anos alegrando os universitários da PUCPR e de toda a região central. E nessa sexta-feira o local ficará ainda mais atrativo, com um evento organizado pelos próprios alunos para comemorar o fim do semestre e ter uma desculpa para reunir os amigos para uma boa conversa e uma cerveja, a famosa “bera”, geladinha. Nada de novo, não é mesmo? Até porque tem gente que visita mais o Havana que a própria sala de aula.

O evento contará com um campeonato de truco e as inscrições podem ser feitas a partir das 10 horas da manhã, com a contribuição de R$ 10,00 para custear o prêmio final, um engradado com 12 beras trincando entregues pelas mãos da Tia Linda, a dona do bar!

Mas para quem não sabe jogar, tem outro sorteio no evento do Facebook (clica aqui), é só marcar os amigos, compartilhar o evento, chegar no bar e dar o nome para os organizadores. E claro, torcer mais do que torceu para não pegar aquela DPzinha. O sorteio oferece seis litrões de cerveja. Eu ouvi a voz dos anjos?????

Para as acadêmicas terão rodadas de cachaça 51 na faixa. E para aquele amigo que não curte cerveja, mas que adora um bom destilado, terão opções de caipirinha de frutas, exclusividade do cardápio do evento.

Nesse dia, as mesas estarão mais disputadas que aquele décimo a mais na média, e por isso o Havana estará aberto a partir das 9 horas.

**A estrutura é composta por dois decks para os clientes aproveitarem o melhor dos dias de sol, um espaço interno com televisores tocando um bom rock ou o melhor do esporte nacional e internacional e um espaço externo com área para fumantes.**

 

Endereço: R. Imaculada Conceição, 1206 – Prado Velho / Curitiba – PR

Horário: 9:00

NOSSAS REDES:

Oficial:

Instagram: @bar.havana

Não-Oficial:

Facebook: www.facebook.com.br/havanadadepre

Bora beber, festejar e rir -ou até chorar- daquela DP que se aproxima.

Aguardo vocês lá, ein?

Beijos,

 

Gabriel Morente

 

PicMonkey Collage

Sim meu caros, eu estou vivo. Depois de me mudar pra Curitiba, tudo tem sido bem corrido. É difícil conseguir conciliar tudo e de sobra ter tempo pra escrever aqui. Sou uma pessoa que gosta muito de qualidade, prezo por isso. Então, como eu não tinha tempo de produzir, acabava deixando vocês desatualizados.

Confesso, quando ainda estava em Santa Catarina, naquela loucura de mudança e no meio de pilhas e pilhas de caixas, tudo estava bem. Eu estava animado e feliz por estar dando mais um passo para novas descobertas na minha vida. Como sempre digo: não interessa se de é cidade, estado ou até país, todo lugar que pisamos, iremos descobrir coisas incríveis, e outras nem tanto.

No último dia, eu realmente acordei feliz. Se bem que nem dormi direito. Estava ansioso. Era perto do meio dia e a empresa de mudanças entrava no apartamento para colocar tudo dentro de um caminhão rumo á um destino incerto. Parece que história de anos atrás se repetia, mas agora de uma forma totalmente diferente. Não teve sofrimento e, sim a certeza que estava dando um passo certo.

Quando a última caixa foi colocada dentro do caminhão e a última vistoria no apartamento foi feita, meu coração apertou. Talvez quem me acompanha por aqui, pensa que eu sou uma pessoa totalmente segura de si. Não é bem assim. Quando estávamos entrando no carro, minha ficha realmente caiu.

O que eu tinha pra fazer por lá, foi feito. No outro dia eu acordaria em um estado diferente com a missão de fazer a vida se reestruturar novamente.

Não foi fácil, no começo parece mil maravilhas, mas quando eu estava devidamente pronto pra começar minha rotina aqui, o medo bateu.

Estava em um lugar totalmente novo e não conhecia absolutamente nada. Parecia que tinham me jogado no meio de uma floresta sem nenhuma forma de me localizar. Me desesperei. Quis vir embora e largar os projetos que já tinha começado aqui.  Mesmo quando temos um sonho e vontade de fazer tudo aquilo que planejamos  acontecer, sair da zona de conforto ainda não é algo fácil.

Cada dia que passa eu venho adquirindo novos conhecimentos. Estamos sempre em constante aprendizado. E algo que eu aprendi durante toda essa trajetória louca que chamamos de vida é que mesmo que o medo esteja presente em nossos planos, não devemos deixa-lo impedir de ir atrás dos nossos objetivos.

E como diz um sábio: E se der medo, vai com medo mesmo!

Desde muito pequeno, sempre fui uma pessoa conectada. Estava sempre com uma câmera na mão fotografando tudo o que via pela frente, e vivia fazendo ensaios fotográficos amadores com minha irmã. Quando entrei na puberdade, os hormônios começaram a explodir e as malditas espinhas chegaram. No começo, eu não ligava. Segundo meus pais, era coisa rápida, logo passava. E eu fui levando, até porque, no começo não eram muitas. Era uma aqui e outra ali.

Chegou o tempo que começaram a se intensificar. Meu rosto virou um poço de oleosidade e era cheio de acnes para todos os lados. E isso, além de começar a afetar a saúde da minha pele, começou a afetar minha auto-estima. Eu trabalho com minha imagem e aquilo estava me prejudicando muito. Reclamava várias vezes para meus pais que aquilo estava me deixando mal, e eles continuavam com a ideia fixa que aquilo era normal. Até que um dia não aguentei mais e pedi para que me levassem para um dermatologista. Eu não estava mais aguentando a ideia de me olhar no espelho e estar infeliz com o que via. Minha pele pedia socorro.

E  começou a busca incessável para procurar o melhor profissional para acabar de uma vez por todas com essas malditas. Foi quando me indicaram o Dr. Eduardo Figueiredo, um dos melhores dermatologistas de Santa Catarina.

Minha primeira consulta foi tranquila, ele tirou todas as minhas dúvidas. De início ele não me receitou o Roacutan, e sim um medicamento mais fraco chamado Tetralysal. Era fase de teste, ele não poderia me receitar um dos medicamento mais fortes que tem sem antes tentar resolver o problema com medicamentos mais fracos. Tomei o Tetralysal durante dois meses, houve sim um pequeno resultado, mas não o esperado. Minha pele ainda continuava muito feia.

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Foto do meu rosto após a primeira semana.

Foram tentativas falhas para tentar combater a minha acne. Após uma conversa com meu dermatologista, ele me disse que a melhor maneira seria fazer o uso da isotretinoína. Eu tinha muito receio de tomar o remédio, porque já tinha visto inúmeros relatos de outros usuários do medicamento e sabia que ele seria muito agressivo ao meu corpo. Mas como eu queria me livrar logo disso, não tinha escolha. Antes de fazer o uso, tive que fazer um exame de sangue para ver se o meu corpo estava apto a receber o medicamento.

Depois da realização do meu exame, eu estava totalmente aprovado para o uso do medicamento. Comecei com um comprimido em dias alternados durante sete dias, após os sete dias, comecei a tomar dois comprimidos após o almoço. É importante ressaltar que o medicamento é forte, então é melhor você tomar após a refeição mais forte que você tem no dia (no caso o almoço) pois o remédio durante o dia pode te trazer alguns efeitos colaterais. Lembrando que: não são todas que podem fazer o uso desse medicamento, e que mesmo você estando apto a toma-lo, você é obrigado a assinar um contrato de responsabilidade.

VALORES:

Antigamente o tratamento era muito caro, e apenas famílias burguesas conseguiam fazer o tratamento. Pasmem, mas o preço de uma caixa de isotretinoína já chegou a de um salário mínimo. Hoje o medicamento se tornou mais acessível, porém, ainda continua sendo um tratamento caro. Vou citar alguns dos meus gastos durante o tratamento, ressaltando que isso é uma base do que EU gastei.

Dermatologista: R$: 200,00 por consulta ¹/² vezes no mês

Exame de sangue: R$: 30,00 /Mês

Remédio: R$:200,00 Duas caixas/mês

Bepantol lábial: R$: 28,00

Protetor solar: R$: 161,00

Cleasing Cream: R$: 88,00

Pomada noturna: 69,00

SALDO FINAL: R$: 776,00/mês

EFEITOS COLATERAIS: 

Começou com uma insonia horrível, passava mais de vinte e quatro horas sem dormir. E quando o sono vinha, eu simplesmente hibernava. Após isso, comecei também a perder muito cabelo. Muito mesmo, de ter que varrer a casa todo dia porque tinha muito cabelo pelo chão. Meus lábios começaram a ressecar muito, muitas vezes, quando ia puxar um pedacinho de pele, acabava arrancando todo o couro dos lábios, fazendo meus lábios pegarem fogo e sangrarem muito. Meu humor começou a  ter ápices de felicidade, e minutos depois, de tristeza. Fiquei muito sensível durante meu tratamento. Me sentia muito fraco.

RECOMENDAÇÕES:

Eu não podia me exercitar por mais de quarenta minutos por dia, sempre tive a supervisão de um profissional da Fitspace Academia que sempre estavam me orientando para eu não me machucar ou passar mal no meio de um treino. Eu não podia forçar meu corpo, eu estava muito fraco. A prática de exercícios durante o tratamento é importante, pois precisamos nos fortalecer, porém não é permitido exageros e uso de algum tipo de suplementação, pois a mexem com os nossos hormônios e pode trazer efeitos reversos. Também era aconselhado ficar o menor tempo possível de baixo de sol, pois a pele estava muito fina e isso podia prejudicar. O uso do protetor solar era essencial, até mesmo dentro de casa, por conta das lâmpadas. A hidratação dos lábios era algo frenético, pois meus lábios foram a parte do corpo mais prejudicada durante o tratamento. O uso de bebida alcoólica é praticamente proibido, é permitido por exemplo, uma taça de vinho, ou menos disso. O remédio trabalha também no figado, e se foi ingerido álcool, pode dar um efeito não muito bacana.

Espero que eu tenha respondido alguma das curiosidades de vocês. Caso vocês tenham alguma dúvida, deixa aqui nos comentários que vou adorar responder.

*Este post retrata a minha experiência com o medicamento, assim, não me responsabilizo por atitudes de terceiros. Procure um dermatologista*

Beijos,

Gabriel Morente.

 

 

 

 

 

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Me mudei aqui pra Curitiba faz um mês, e nesse um mês que estou aqui, parei pra pensar um pouco na minha vida e em tudo que estava acontecendo. Talvez tenha sido a escolha mais sensata que fiz, apesar de gostar do que faço, eu estava com o meu piloto ligado há muito tempo e isso estava me esgotando.

Rolando meu feed de notícias me deparei com um vídeo do Allan Costa onde ele fazia a seguinte pergunta: Qual foi a última vez que você desligou o seu piloto automático?

Tudo tão turbulento que eu não conseguia parar pra escrever e fazer algo de qualidade pra vocês. E pra mim, se não for pra postar algo muito bom, prefiro não postar. Minha rotina pré e pós mudança estava de uma maneira tão louca. As últimas semanas estavam sendo uma tremenda correria, terminava de fazer algumas coisas com o sol raiando.

Meu corpo pedia descanso. Eu estava irritado, não conseguia dar conta de tanta coisa pra fazer em tão pouco tempo.

Decidi me desligar. Tirar algumas férias do mundo virtual e cuidar de mim mesmo. Fazer aquele negócio que todo mundo tem que fazer sabe. Aquele negócio do viver? E não é que deu certo?

Vivemos em uma era digital, onde quem não está conectado, é ultrapassado. Mas parei pra pensar, antigamente as pessoas não tinham toda essa loucura de internet e continuaram vivas e de quebra, cheia de histórias pra contar. Elas realmente sabiam o verdadeiro significado da palavra viver.

Quantas vezes você não estava reunido em uma mesa de bar com amigos e todos não largavam o celular? Vocês deixaram de viver um momento único, onde podiam compartilhar boas risadas, histórias e experiências, para simplesmente ficar vidrado na tela de um smartphone.

Uma boa gargalhada em meio a mesa do bar é algo maravilhoso, faz bem. Escutar novas histórias é maravilhoso, elas movem o mundo e sempre nos oferecem algum aprendizado.

E como dizia um sábio: cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

Viver intensamente é meu novo lema, e espero que seja o seu também!

 

Beijos,

Gabriel

 

 

 

 

 

 

 

 

couple-731890_960_720Espero que um dia você encontre a liberdade que tanto procura, que a sua vida seja plena e que nada te prenda. Nesse dia, quero que você perceba o quão insuportável são os seus dias sem mim, o quanto você queria me buscar no trabalho e me assistir tirar o jaleco e colocar uma blusa de moletom sua. Muito provavelmente, no dia em que tudo isso acontecer, eu não vou mais ler seu horóscopo diário enquanto penso em como marte em capricórnio pode influenciar em nosso relacionamento. Mas, mesmo assim, eu quero que você remoa todas as noites, dias, horas que tivemos juntos.

Quero que você converse mentalmente comigo e que, no fim do diálogo, acabe sozinho deitado no meio da sua cama de casal, afinal, espero que você tenha a decência de não envolver outra pessoa nessa bagunça toda. Quero que, com asas que você ganhou sendo livre, você voe até a minha casa e descubra que eu me mudei. E, então, pergunte-se por que eu não lhe contei.

Nesse dia, espero que você dirija só com a mão direita e fique com a esquerda no colo, para lembrar de quando andávamos de mãos dadas. E acelere. Acelere. Acelere. Acelere o suficiente para lembrar como eu sempre dizia que você dirigia bem. Pare na lavanderia para deixar suas camisas e perceba que nenhuma tem o meu perfume ou o meu batom. E aí se sinta livre para fazer o que quiser e escolha voltar para casa.

Espero que pegue um trânsito de horário de pico e que todas as rádios toquem as músicas que tocava para mim no violão. Nesse momento, olhe para o banco de trás e veja que o instrumento ainda está ali, jogado. Eu só quero que você seja livre.

Chegue em casa, sente-se para escrever um relatório do trabalho, escreva uma carta para mim e, depois, rabisque-a toda. Eu quero que você peça uma pizza e vá dormir.

Deite no travesseiro, sinta a sensação de liberdade que tanto procurou, respire fundo e sinta o barulho ecoar na sua casa vazia. E por fim, lembre-se de todas as vezes que disse que eu era uma camisa de força, amarrando seus braços para trás e, então, perceba que ao invés de livre, você é solitário. Espero que procure na internet o significado de “marte em capricórnio” sobre o qual eu tanto falava e não encontre nada.

Espero que nesta noite você durma. E, novamente no meio da cama, acorde sozinho. Não era só que você se sentia livre?